segunda-feira, 15 de setembro de 2014

UGT ASSINALA OS 35 ANOS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

A criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) é uma das grandes conquistas do Portugal democrático e um dos pilares fundamentais do nosso Estado Social, tendo contribuído para um desenvolvimento ímpar das condições de vida dos portugueses, recuperando as décadas de atraso da ditadura, durante a qual os indicadores da saúde colocavam o nosso País na cauda da Europa. 

Neste Dia do Serviço Nacional de Saúde não podemos deixar de recordar o seu grande impulsionador, António Arnaut, que lutou e conseguiu dar concretização, como nenhum outro, ao direito constitucional à protecção da saúde.

As suas lutas e os seus sucessos não podem deixar de ser salientados num momento em que as políticas de cortes cegos, com o encerramento de serviços e o aumento dos custos para os utentes, comprometem o acesso dos cidadãos à saúde, a universalidade do SNS, a qualidade dos serviços prestados e a coesão social e territorial.

A UGT não rejeita a necessidade de se operar uma racionalização de despesas nesta área, mas considera inaceitáveis cortes indiscriminados que penalizam idosos, famílias de mais baixos rendimentos, a classe média e as populações mais isoladas.

Neste dia em que todos devemos recordar e celebrar os 35 anos do SNS, a UGT reafirma o seu compromisso de defesa intransigente dos princípios fundadores do SNS.

A UGT sempre lutou e continuará a lutar por políticas públicas que cumpram os objectivos da universalidade e equidade no acesso e da qualidade dos serviços prestados, combatendo também por esta via a pobreza, a exclusão e as assimetrias económicas e sociais.


Lisboa, 15 de Setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

POLITICA REIVINDICATIVA 2014-2015

O País precisa, com urgência, de retomar uma verdadeira trajetória de crescimento económico

  • Urgente atualização do salário mínimo-500€ com efeitos retroativos a 1 de Julho ou 510€ a 1 de Janeiro de 2015 ou ainda, 505€ com efeitos imediatos e atualização em janeiro de 2015 para 510€;
  • Atualização salarial adequada-Tendo em conta as perspetivas macroeconómicas para 2015, a UGT aponta como referencial para a atualização dos salários um valor em torno de 2,5-3,0%.
  • Um aumento das pensões mínimas em, pelo menos, 10 Euros;
  • Um aumento de 3,0% das pensões, em especial das mais baixas até 600 euros, que assegure uma ligeira melhoria do seu poder de compra em 2015;
  • Uma atualização do IAS, cujo valor não é revisto desde 2009, em 2.0%;
  • O fim da Contribuição Extraordinária de Solidariedade nas pensões e a rejeição de qualquer mecanismo similar que provoque redução do valor das pensões em pagamento.


domingo, 6 de julho de 2014

O aumento do salário mínimo é uma necessidade que não admite mais atrasos

A Ugt – Santarém reunida a 4 de julho de 2014 no seu Conselho Geral, expressa veementemente a sua oposição a todas as medidas que significam a continuação e o agravamento da política de sacrifícios impostos, aos trabalhadores.

Mais uma vez, esta semana, fomos confrontados com um ataque à administração pública e aos funcionários públicos, com a consciência de que estas medidas rapidamente se irão alargar à generalidade dos trabalhadores.

Os infindáveis sacrifícios dos trabalhadores têm que dar lugar a políticas de crescimento económico.


O aumento do salário mínimo é uma necessidade que não admite mais atrasos.